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domingo, 2 de agosto de 2009

3M , um espetaculo sem nexo e sem roteiro


Este musical que aconteceu na sexta feira no teatro Higino, com Melamed, Mautner, Macalé e o convidado Jacobina, entram no palco com seus instrumentos e livros, mas sem saber o que fazer ou que cantar. Ou falar e só com o propósito de filosofar o nada, pois as conversas não tinham um norte definido.


sexta-feira, 31 de julho de 2009

Apareceu a Margarida

No espaço Higino, na noite de quinta feria a atriz Marilia Medina apresentou o monologo Apareceu a margarida que com muitos palavrões e alguns momentos de humor, conta a história de uma louca professora que vive em conflito com as questões da vida e da morte.

O publico mais jovens ria a cada palavrão dito pelo personagem que volta e meia ia até a platéia, no entanto o publico adulto não demonstrava muitos risos com as piadas.


quinta-feira, 30 de julho de 2009

Um amor quente, no Frio inverno de Teresópolis

Marcelo faria, Fernanda P.Leme e Duda Ribeiro.

No festival de inverno os atores Fernanda Paes Leme como Florípedes, Marcelo Faria como Vadinho e Duda Ribeiro como Dr. Theodoro além de mais 13 atores. Encenam a famosa obra de Jorge Amado.

Vadinho e Flôr em sua primeira noite de amor.

Com a Direção de Pedro Vasconcelos o Teatro Higino se transformou em um pedacinho da Bahia, para contar a grande história de amor que se passa com o os personagens deste que é considerado um dos maiores clássico da Literatura brasileira.

O sério Dr. Theodoro é cobiçado por uma "sirigaita".

Flor vai a loucura como falecido Vadinho.

Vadinho tenta levar flor pra cama ainda durante o noivado.
O casal baiano discute a relação.

O galanteador Vadinho tenta conquistar a jovem Flor

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A experiência de gravar uma Caixa Preta

E para poder contar o que é a peça Caixa Preta vou recorrer ao texto que esta no blog da peça www.caixapreta.blogspot.com , porém isso não é preguiça, e sim irei me deter em contar como foi a minha participação nesta peça Mas primeira vamos ao texto do blog A Atriz prepara para colocar a minha gravação, para todos ouvirem

Uma mensagem, um pensamento, uma história marcante, um desejo, uma inquietação. Uma pedra carregada no sapato durante anos, uma confissão. Um reclame, um pedido, uma opinião. Algo importante, fundamental.
O que você diria se pudesse deixar gravado numa caixa preta algo que gostaria de dizer, talvez pela última vez? Afinal, toda vez é talvez a última. E nesse ponto, o teatro e a vida se parecem bastante.
O que você diria se soubesse que o que você vai dizer será dito para uma plateia, para um teatro cheio de ouvidos atentos ao que você tem para contar?
Essa é proposta do jogo criado por Bianca Ramoneda e Marcio Abreu. Ela atriz e jornalista, ele diretor e dramaturgo, ambos catadores de histórias.
A partir de depoimentos gravados por diversas pessoas se constrói a cena, composta apenas por um banco, um foco de luz e o que é dito pela atriz. As palavras ditas em cena, no entanto, não estão decoradas como no teatro tradicional. Elas são ditas em tempo real, no ouvido da atriz, através de um fone invisível aos olhos do público, como o truque do “ponto” para os atores que precisam de “cola” pro texto.
A diferença é que em “Faço minhas as suas palavras” o conteúdo do texto é único a cada dia, de acordo com o depoimento gravado pela pessoa convidada e a atriz não conhece previamente o que vai dizer, que será experimentado diante da plateia. Somente no final o público ficará sabendo que aquelas palavras estavam na verdade sendo ouvidas durante sua execução. A voz original do dono do depoimento será amplificada no final da apresentação, revelando sua identidade, o jogo e a “autoria” do discurso original que passou da “caixa-preta” da gravação para a caixa-preta do palco nu, preenchido somente pelo corpo e pela interpretação da atriz.
Muitas questões interessantes se descortinam para nós com esse novo trabalho e suas muitas possibilidades. Quem é o verdadeiro autor e dono das palavras ? A quem não estamos ouvindo e a quem ouvimos e por que? Quem precisa dizer o quê? A quem o teatro precisa dar voz? O que é mais verdadeiro, uma ficção na qual acreditamos ou um depoimento documental? Existem diferenças entre um e outro? Ao recortarmos um discurso que se transforma num fragmento em cena, que sentido ele ganha – ou perde? Por que acreditamos em algo que vemos e ouvimos ou por que não acreditamos? Isso depende de quem diz? As mesmas palavras significam a mesma coisa ditas por pessoas diferentes? O que muda por estarmos dizendo diante dos outros? Ao fazermos nossas as palavras de alguém ela deixa de ser a palavra de alguém?
Temos infinitas perguntas e, ainda bem, muito poucas ou nenhuma resposta. O nome dado a esse tipo de cena em que o formato é pouco tradicional, indefinido porque traz em si diálogos com outras áreas das artes é “performance”. Algo que está permanentemente em processo, aberto, em construção.
Numa época onde a tecnologia possibilita novas formas de comunicação entre as pessoas, recorremos a uma “baixa tecnologia” – a gravação – para recriar um recurso muito antigo – o do ponto no teatro – e provocar uma situação de “alta tecnologia” em cena, ou seja, a simultaneidade, o sentimento de estar on line, a experiência do software livre, pois ao mesmo tempo podemos ser a voz e dar voz ao outro que pensa, sente e vê o mundo de uma forma diferente da nossa.

Lido o texto bem explicativo do que é a caixa preta, agora entrar a minha parte neste dia. Fui ao teatro do SESC Teresópolis para cobrir a peça, aqui para o blog e ao chegar com alguns amigos, que foram apenas prestigiar o festival de inverno e se divertir um pouco na noite de domingo, eis que a Atriz Bianca Ramoneda pede ao publico uma voluntário para gravar a caixa preta a ser utilizada por ela na peça. Então mais que depressa eu levanto meu braço e me candidato a voluntário e como ninguém mais se manifestou, fui até o camarim para gravar a mensagem.

O que gravar e qual historia contarei. Claro não posso deixar uma ultima mensagem que não seja a quem esteve sempre ao meu lado os grandes amigos da minha vida e aos maiores amigos de todos, os meus pais.

Gravada mensagem volto a minha poltrona para escutar a atriz interpretar as outras histórias da noite até que ela começa a contar a minha historia, que levou curiosidade a plateia presente e ainda mais aos que me conheciam, por que eles não sabiam o que eu havia gravado, se nomes seriam citados ou que caso da minha vida contaria, no final algumas gargalhadas e alivio para os amigos presentes pois só citei um deles.

Bianca Ramoneda interpreta a caixa preta de Didier Pelógia

domingo, 26 de julho de 2009

Romance Vol II brinca com o coração dos presentes ao Espaço Higino

Brincadeira com um casal de namorados

Marisa Orth subiu ao palco do Espaço Higino com o show “Romance Vol. II” que mistura música, texto, improvisação, emoção e muito humor. Para animar a noite de sábado dos presentes ao teatro Higino. A interatividade com publico também é marca do espetáculo que “zomba” dos solteiros em alguns momentos e também “sacaneia” os comprometidos. Como nas falas de Marisa OrthMarisa agradece ao publico depois de ser ovacionada

“Um este aqui esta na fase de faz sexo, lava as mãos e vai dormir” ou Relação é o conjunto de reladas que você da em alguém, quanto mais reladas mais seria é a relação.

Em quanto canta a musica sobre a TPM Marisa Orth faz pose de matadora


Oscar Niemeyer Vida e Obra exposta em Teresópolis



O Festival de inverno promove uma exposição sobre a vida e obra do Maior Arquiteto brasileiro , com fotos e maquetes de suas principais obras.

Oscar Niemeyer que sempre buscou na originalidade uma liberdade plástica para suas obras e que em Teresópolis e demonstrada pela arquitetura da escola municipal Ginda Block .


Memorial da América latina (maquete)




Principais pontos de Brasilia(maquete)

sábado, 25 de julho de 2009

Vanesa da Mata esquenta a fria noite de Teresópolis

Em uma noite de muito frio e chuva, a cantora Vanessa da Mata trouxe a Teresópolis um repertório de musicas agitadas, ela fez o publico presente no teatro Higino cantar de dançar.

A cantora que gostou de voltar a cantar em Teresópolis, ainda mais que agora ela é uma cantora mais conhecida fala ao blog sobre a plateia do festival de inverno:

Didier Pelógia: O que você achou da plateia do Festival de Inverno?

Vanessa da mata: “Eu achei maravilhosa, teatro as pessoas geralmente ficam inibidas, pois o teatro é mais fino e mais elegante. E ao primeiro pedido que fiz, de chamar o publico a dançar, todas se levantaram.”


No bis, Vanessa da Matta senta na escada e canta um grande sucesso da Legião urbana.